PÁSCOA NÃO É COELHO É CORDEIRO É UM TÚMULO VAZIO

 

Páscoa não é coelho é Cordeiro é “Um Túmulo Vazio”
“Não está aqui, porque ressurgiu, como ele disse. Vinde, vede o lugar onde jazia” (Mateus 28.6).
Numa tarde quente, próximo da Páscoa, uma professora distribuiu para cada um de seus alunos, ovos de plástico. A seguir mandou-os sair de sala e procurar algum sinal de vida para colocar dentro dos ovos que ela havia lhes dado. Ao retornarem, cada um entregou a professora o seu ovo com o que haviam colocado dentro. Um tinha uma borboleta, outro uma formiga, outros tinham flores, pedaços de grama, etc. Apenas um ovo estava vazio e todos já sabiam a quem pertencia. Havia sido entregue por um menino que tinha Síndrome de Down. Muitas crianças riram dele. A professora, então, lhe perguntou: “Por que você não colocou nenhum sinal de vida dentro do ovo que lhe dei?” Falando baixo e mansamente ele respondeu: “Porque o túmulo estava vazio.”
Aquele menino sabia uma verdade profunda… Páscoa é mais do que uma celebração de um ciclo de vida da natureza.
Sim, o túmulo está vazio. Cristo ressuscitou! E isso aconteceu para que eu e você pudéssemos ter acesso livre ao Pai, sem receios e sem barreiras. Jesus morreu e ressuscitou para pagar o preço de nossos pecados e para que, com Ele pudéssemos renascer para uma vida plena e abundante.
Quando julgamos que somos incapazes de grandes conquistas, ou nos apequenamos diante de um grande obstáculo, ou até quando nos recusamos a dar um passo em direção àquilo que foi alvo de nossos esforços por longo tempo, simplesmente por acharmos que não está ao nosso alcance, estamos rejeitando a vitória de Cristo para nós e colocando-o de volta no túmulo.
A Páscoa é mais do que um ovo de chocolate ou um coelhinho cheio de bombons.
A Páscoa é uma comemoração muito importante na vida do crente, ela é sinônima de libertação (Ex 12.17, 42; Dt 16.3) entende-se também como início de novos rumos, da nova caminhada em direção a uma vida santa e segundo o coração de Deus. Sua instituição foi ordenada por Deus (Ex 12.1,2 e Jo 2.23), a observação pelos filhos de Deus deve ser contínua (Ex 12.28,50), a exemplo do Senhor Jesus, que junto a seus discípulos a comeu (Mt 26.17-20).
Usurpar-se da glória de Deus é a luta constante do diabo e, para tal, usa dos mais diversos meios. Em relação ao mover libertador de Deus (páscoa), o inimigo apresentou à igreja uma série de costumes e práticas pagãs, que imediatamente foram cristianizadas e incorporadas. Para comemorar a Páscoa, coelhos e ovos de chocolate! Muitos desconhecem ou desconsideram a simbologia que os sustentam; são várias lendas, todas apontam para o fato de serem instituídos para louvor de determinada divindade; isto é o suficiente para que sejam eliminadas do arraial dos santos. O diabo chegou ao extremo de colocar um coelho (animal listado entre os impuros, lado a lado com os porcos e outros. Ver: Lv 11.6 e Dt 14.7,8), como representação do Senhor Jesus (o cordeiro). E todos concordam! É lamentável ver esta tradição extremamente viva no meio de muitas denominações.
Vejamos a origem desta tradição …
Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Persephone. Na mitologia romana, é Ceres.
Os celtas, gregos, egípcios, fenícios, chineses e muitas outras civilizações acreditavam que o mundo havia nascido de um ovo. Na maioria das tradições, este “ovo cósmico” aparece depois de um período de caos.
Na Índia, por exemplo, acredita-se que uma gansa de nome Hamsa (um espírito considerado o “Sopro divino”), chocou o ovo cósmico na superfície de águas primordiais e, daí, dividido em duas partes, o ovo deu origem ao céu e a terra, simbolicamente é possível ver o céu como a parte leve do ovo, a clara, e a terra como outra mais densa, a gema.
O mito do ovo cósmico aparece também nas tradições chinesas. Antes do surgimento do mundo, quando tudo ainda era caos, um ovo semelhante ao de galinha se abriu e, de seus elementos pesados, surgiu a terra (Yin) e, de sua parte leve e pura, nasceu o céu (Yan).
EM 1928 AS INDÚSTRIAS DE CACAU COMEÇARAM, A TRABALHAR E PRODUZIR OS OVOS DE PÁSCOA EM CHOCOLATE. A CHINA FEZ O MARKETING MAIOR E TROCOU O OVO DE GALINHA OU OVO DE PATO PELO OVO DE CHOCOLATE, PORQUE SERIA MAIS FÁCIL COMER. HOJE EM QUALQUER PARTE DO MUNDO QUE VOCÊ VÁ À ÉPOCA DA PÁSCOA, ENCONTRA NAS LOJAS O ALTAR LEVANTANDO E UMA PROMOÇÃO AOS dEUSES BABILÔNICOS REPRESENTADOS PELO COELHO E PELO SÍMBOLO ENCONTRADO NO ALTAR.
Para os celtas, o ovo cósmico é assimilado a um ovo de serpente. Para eles, o ovo contém a representação do universo: a gema representa o globo terrestre, a clara o firmamento e a atmosfera, a casca equivale à esfera celeste e aos astros.
Na tradição da Igreja Católica Apostólica Romana, o ovo aparece como uma renovação periódica da natureza. Trata-se do mito da criação cíclica. Em muitos países europeus, ainda hoje há a crença de que comer ovos no Domingo de Páscoa traz saúde e sorte durante todo o resto do ano. E mais: um ovo posto na sexta-feira santa afasta as doenças.
NO SÉCULO XVIII, A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA RESOLVEU CONSAGRAR O OVO COMO UM SÍMBOLO DA PÁSCOA. EM CULTO OS OVOS ERAM BENZIDOS E LEVADOS PARA CASA, PELOS FIÉIS, COMO SINAL DA FERTILIDADE E DA REPRODUÇÃO DA VIDA, COMO SE FORA UM RITUAL BÍBLICO OU CRISTÃO. TODA A ORIGEM DESSE RITUAL, NO ENTANTO, ESTAVA PRESA A UM RITUAL AOS dEUSUS BABILÔNICOS E AOS CULTOS PAGÃOS. ROMA INSERIU ISTO NA ORDEM DO CULTO, PORQUE ALGUMAS COMUNIDADES PAGÃS ESTAVAM PARTICIPANDO DAS COMUNIDADES CATÓLICAS E, PARA HAVER UMA CONCILIAÇÃO, ELES TROUXERAM O OVO, CONSAGRANDO-O COMO UM SINAL E SÍMBOLO DA PÁSCOA. HOJE ALGUMAS IGREJAS EVANGÉLICAS ADOTARAM ESTES RITUAIS SEM QUESTIONAR SUA FONTE. ISTO É UM PERIGO PARA A IGREJA PORQUE O SINAL É DE CONSAGRAÇÃO A FALSOS dEUSES.
VOCÊ NÃO PODE NEGAR QUE TODO ESSE RITUAL É BABILÔNICO PORQUE A PRÓPRIA HISTÓRIA SECULAR MOSTRA ISTO. ESTES SÍMBOLOS PAGÃOS TIVERAM A BENÇÃO DE ROMA PARA QUE SE CHEGASSE A NOSSA SOCIEDADE.
Igreja do Senhor Jesus Cristo é tempo de acordar para a voz do Espírito Santo e permitir a sua ação, limpando o acampamento, destruindo os “deuses do lar” (Is 31.7) e objetos amaldiçoados; para que haja paz no meio do arraial. Fechar as porta para o diabo e suas estratégias é uma ordem do Senhor Deus.
Páscoa é vida, é Cordeiro é tumulo vazio, é o renascer das esperanças de nossa plena vitória!  
PR. RICARDO RAYMUNDO
 

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