Chegou o Ano da Dupla Honra


                          
Pr. Ricardo Raymundo

 


A fé libera palavras de vida, de conquista, de prosperidade; mas a murmuração anula a promessa. A bênção só se manifesta quando estamos prontos a fazer aliança com Deus. Vergonha é ficar no deserto: Em Gilgal, quando os filhos de Israel fizeram aliança com Deus, Ele disse: “Hoje, removi de vós o opróbrio do Egito...” (Js 5.9).
Eles estavam fora do Egito há 40 anos e ainda permaneciam sob o estigma da escravatura, sob a vergonha do Egito. Por quê? Porque não estavam vivendo a promessa de Deus. Tudo o que está fora da promessa de Deus é vergonha. A murmuração na boca daquele povo foi responsável pelo fracasso. Mas somente quando firmaram aliança com Deus e celebraram a Páscoa, é que a vergonha foi removida.
Ela foi removida porque tiveram, finalmente, a coragem de romper com o deserto. A partir daí começou a bênção na vida deles. Vergonha é permanecer no pecado: Restituição é o sinal de que a vergonha está sendo removida. O profeta Joel diz: “Restituir-vos-ei os anos que foram consumidos pelo gafanhoto...” (Jl 2.25,26). Restituição era o que o povo precisava. Depois de terem suas lavouras devastadas pela praga do gafanhoto, seriam restituídos. Mas, antes dessa promessa, o profeta fala de arrependimento. O arrependimento vem depois da consciência de pecado. Eles precisavam se arrepender por terem se afastado do Senhor; precisavam reconhecer a vergonha. Este era o primeiro passo, depois seriam perdoados e restituídos! Tudo começa com arrependimento. Coração quebrantado é o sinal de que existe constrangimento e que nos sentimos envergonhados. Vergonha é não perseverar: Jesus disse: “Pois, qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesas...” (Lc 14.28-30).
Muitos são instrumentos de vergonha porque são inconstantes, superficiais, volúveis, não perseveram não vão até o fim. Mas Deus não se conforma com a vergonha do seu povo. Cabe a nós nos levantarmos contra a vergonha.
Não somos filhos da vergonha. Somos filhos da promessa. Temos que prosseguir e quebrar no poder do Espírito Santo as cadeias que nos prendem. Perseverança é uma decisão. 
Conclusão: O Senhor está restaurando a nossa sorte. Ele nos colocará por cabeça e não por cauda.  O contrário da vergonha é a honra.
O nome do Senhor será honrado por meio de um povo que não fará mais vergonha. É tempo de restituição.
Tudo o que foi roubado será restituído porque essa é a promessa de Deus. O que o inimigo roubou será devolvido. “O Senhor afastou as sentenças que eram contra ti e lançou fora o teu inimigo, viva em Dupla Honra.
O Rei de Israel (IAB), o Senhor, está no meio de ti; tu já não verás mal algum” (Sf 3.15).
                                     

Paz


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