Prosperidade e Contentamento

                          
  Pr. Ricardo Raymundo

 


Leitura: Apocalipse 3.14-22

“Você diz: 'Estou rico, adquiri riquezas e não preciso de nada'. Não reconhece, porém, que é miserável, digno de compaixão, pobre, cego e que está nu.”
(v. 17)


Salomão foi o rei mais poderoso que Israel teve, além de ter sido um dos homens mais ricos de seu tempo. Historiadores estimam sua renda mensal em 5,5 milhões de reais.
Mesmo assim, ele nos diz que a riqueza não traz contentamento, nem felicidade, pois os desejos do coração são infinitos (Ec 5.10).É o que chamo de “armadilha do se pelo menos”. Se pelo menos eu tivesse tal roupa, então eu seria mais feliz. Se pelo menos meu carro fosse melhor, se pelo menos minha casa fosse mais bonita, se pelo menos..., se pelo menos... Salomão sabia o que estava dizendo: esta lista não tem fim. Somos constantemente incentivados na nossa insatisfação. Até igrejas têm se prestado a isso: argumentam que, como filhos de Deus, temos o direito de ganhar tudo. Temos o direito de ser prósperos. Devemos exigir que Deus nos dê o que pedimos. Triste engano! A prosperidade dos filhos de Deus não tem nada a ver com bens materiais, mas sim com valores espirituais. Deus pode permitir que seus servos tornem-se ricos financeiramente, mas também pode permitir que tenham dificuldades financeiras. Mas a busca pela riqueza corrompe o coração, pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males (1Tm 6.10).Não é errado querermos progredir financeiramente. Mas se este for o objetivo da nossa vida, se dedicarmos a ele as maiores energias, então deixaremos que o dinheiro tome o lugar de Deus e, no final, poderemos até ser ricos,mas estaremos pobres, cegos e nus.                                                


Paz


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